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Agricultura tropical solucionará os maiores problemas da atualidade, diz presidente da Alagro

Presidente da Academia Latino-Americana do Agronegócio também destacou importância do acordo Mercosul União Europeia ao Brasil

Aerial view of bright green agricultural farm field with growing rapeseed plants at sunset.
Aerial view of bright green agricultural farm field with growing rapeseed plants at sunset.

Fundada pelos maiores expoentes da agricultura brasileira, Alysson Paolinelli e Roberto Rodrigues, a Academia Latino-Americana do Agronegócio (Alagro) tem o objetivo de integrar o setor na região.

De acordo com o presidente da entidade, Manoel Mário de Souza Barros, o agronegócio e a agricultura tropical praticada no Brasil, na Ásia e na África Subsaariana vão resolver os grandes desafios que a humanidade enfrenta, chamados por ele de “novos e modernos cavaleiros do apocalipse”, se referindo às inseguranças climática, alimentar e energética e às desigualdades sociais.

“São gravíssimos problemas que o mundo está passando e nós da academia estamos cada vez mais comprometidos em fazer e promover essas mudanças, enfrentar esses desafios”, destaca.

Em entrevista ao programa Planeta Campo, Barros aproveitou para comentar sobre o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, prestes a ser assinado, mas que ainda enfrenta resistência da França.

Segundo ele, a efetivação do pacto enfrentou atrasos por dois componentes, que afastaram a comunidade europeia: a posse do presidente Alberto Ángel Fernández, na Argentina, e os graves incêndios florestais no Brasil em 2024.

“de junho de 2019 para cá, as coisas eh se complicaram um pouco quando houve aquela a entrada do presidente Hernandes na Argentina e o aquele grande incêndio florestal que nós tivemos no Brasil afastou um pouco também a comunidade como Europeia e a França.

“Então essa ação do governo brasileiro agora ela é inexorável, ela é forte e ela vai acontecer com certeza para mitigar as tarifas dos produtos em relação ao planeta. Nós imaginamos que essa conjunções geopolíticas e geoeconômicas que estão aí fortalecerão o Brasil e o Brasil terá agora dentro do paletó um ticket premiado que vai favorecer exatamente o Brasil nesse novo momento. Então o governo brasileiro está caminhando a passos largos para consolidar essa assinatura para chegar em 20 de janeiro e fazer a aprovação final.”

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