TECNOLOGIA NO CAMPO

Sistema integrado acelera licenciamento ambiental em Minas Gerais; saiba mais

Ferramenta conecta autorizações ambientais a base geoespacial oficial do Estado e padroniza análises técnicas

Foto: Reprodução.

A Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) avançou na modernização do licenciamento ambiental em Minas Gerais ao integrar o sistema de autorizações a uma base oficial de dados geoespaciais do governo estadual. A medida permite maior precisão na análise dos processos e reforça a segurança das informações para empreendedores, técnicos e para a sociedade.

Com a atualização, o sistema passou a permitir o desenho individualizado das áreas a serem licenciadas e a consulta direta à base de mapas oficiais do Estado. A tecnologia identifica de forma automática critérios ambientais, fatores de restrição e áreas sensíveis, reduzindo inconsistências nas informações prestadas pelos usuários e facilitando o trabalho dos analistas ambientais.

Integração entre sistemas

Segundo a gerente de Estratégia Ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Nayara Pereira, a integração elimina etapas manuais no preenchimento dos dados.

“Os critérios vocacionais e fatores de restrição previstos na norma, ao invés de serem colocados manualmente, apenas com um polígono, há consulta e integração entre os sistemas, deixando o preenchimento mais ágil, mais fácil e mais correto também”, afirmou.

“Um dos grandes benefícios dessa integração é a simplificação do processo, além da modernização dos sistemas, toda a digitalização trazendo tecnologia”, acrescentou.

Mais precisão e transparência

De acordo com a Feam, a integração também contribui para a padronização dos procedimentos, a redução de retrabalhos e o aumento da transparência na tramitação dos processos de licenciamento ambiental. A fundação avalia que o avanço fortalece a transformação digital do Estado e amplia a confiabilidade das decisões técnicas.

“Essa integração consiste em fortalecer a segurança das informações, a integração dos dados, para que a gente construa cada vez mais uma base de informações geoespaciais, utilizando a IDS Zema, conectando as áreas e trazendo mais informações técnicas para análise ambiental”, disse Pereira.

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